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sexta-feira, 16 de abril de 2010
O amigo
Um amigo é alguém
Em quem posso confiar,
É uma simples pessoa
Com quem posso contar.
O amigo deve ser sincero
Deve ser muito paciente,
Deve transmitir confiança
E também dar-me esperança.
O amigo verdadeiro,
Tem de ter lealdade,
Muita força de vontade
E contar sempre a verdade.
A verdadeira amizade,
Não é uma coisa acabada.
Vai-se construindo devagarinho,
Todos os dias um bocadinho.
Trabalho colectivo (6º C)
Em quem posso confiar,
É uma simples pessoa
Com quem posso contar.
O amigo deve ser sincero
Deve ser muito paciente,
Deve transmitir confiança
E também dar-me esperança.
O amigo verdadeiro,
Tem de ter lealdade,
Muita força de vontade
E contar sempre a verdade.
A verdadeira amizade,
Não é uma coisa acabada.
Vai-se construindo devagarinho,
Todos os dias um bocadinho.
Trabalho colectivo (6º C)
Operação STOP.
No dia 24 de Fevereiro, pelas 15h30, os alunos do 5º A, juntamente com o professor, dois agentes da PSP e dois técnicos da Câmara Municipal de Lisboa, realizaram uma operação STOP numa rua perto da E. B. 2,3 de Marvila.
O objectivo desta iniciativa foi alertar os condutores para uma condução segura e responsável. Os alunos entregaram um folheto a cada condutor elaborado nas aulas de Área de Projecto, onde constam alguns conselhos úteis. No final, os alunos tiraram uma fotografia em frente ao portão da escola.
Alunos do 5º A
Magusto na E.B. 1 Prof. Agostinho da Silva
Começámos o dia com jogos tradicionais. Cada turma esteve envolvida num jogo diferente. Um deles foi o jogo dos arcos, em que houve sempre um vencedor.
Para medir as forças não há nada melhor do que o jogo de “Tracção à corda”. Foi uma competição muito difícil…Muitas vezes as equipas ficaram empatadas.
O jogo mais difícil foi o do “ Pé atado”. Deu-nos tanto trabalho…Alguns caíram, mas continuaram o jogo. No jogo do lenço, cantámos e corremos muito para apanhar os colegas. Infelizmente, tivemos pata-choca. O mais divertido foi o jogo de “Atirar a bola ao alvo”.
Neste jogo correu tudo tão Bem! Fomos todos campeões!
Depois de tanta diversão, ficámos com muita fome. Então, tivemos direito às castanhas quentinhas e ao sumo de frutas. Ai! Que saboroso!
Por fim, para acabarmos em grande, juntámos as forças e cantámos várias músicas sobre “O dia de São Martinho”. Foi esta prenda que o nosso Martinho nos ofereceu neste dia lindo de sol e alegria!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A gripe da Ronalda
A história passa-se no Bairro dos Alfinetes. As primeiras interlocutoras são a Ronalda e a Filipa.
Num dia ventoso, a Ronalda e a Filipa foram a casa do Ricardo fazer um trabalho de grupo.
A caminho de casa do Ricardo:
Ronalda: Temos de nos despachar. Está a ficar tarde!
Filipa: Epa! Tem calma, não stresses!
Ronalda: Não te esqueças que amanhã temos de entregar o trabalho.
Filipa: Está bem… Está bem…
Chegando a casa do Ricardo:
Ricardo: Olá! Estava a ver que não vinham.
Ronalda: Esta miúda não se despacha!
Filipa: Ah, ah! Que engraçadinha…
Ricardo: Não vão começar, pois não? Temos muito que fazer! Trouxeram o computador?
Filipa: O teu serve! Olha, grande lata!
Ronalda: Desculpa, Ricardo, esqueci-me, mas trouxe a pen.
Filipa: Qual pen?
Ronalda: A pen que te dei!
Filipa: Mas tu deste-me alguma coisa?
Ronalda: Dei! Esquece, Ricardo, vou a casa!
Ricardo: Não é preciso, tenho aqui a minha e 2 computadores. Serve perfeitamente!
Ronalda: Está bem! Então vamos começar!
Ricardo: Ok!
Filipa: Vamos dividir o trabalho: O Ricardo fica com o desenvolvimento, com o índice e a bibliografia, nós ficamos com o resto!
Mais tarde:
Ricardo: Boa! Conseguimos acabar o trabalho a tempo.
Filipa: Finalmente! Já estava farta!
Ronalda: Cala-te e vamos embora, já está a ficar tarde!
Ricardo: Adeus!
Filipa: Adeus, até amanhã.
Ronalda: Adeus, Ricardo!
Passado uma semana, fomos buscar o Ricardo para irmos ao teatro ver a peça O Auto da Barca do Inferno.
Ao sairmos de casa…
Ronalda: Atchim!
Filipa: Então pá?
Ronalda: O que foi?
Filipa: O que tens?
Ronalda: Nada! Atchim!
Filipa: Epa! Mete o braço à frente!
Ronalda: Porquê?
Filipa: Fogo! Tás aí com a gripe das aves ou dos porcos ou lá o que é isso!
Ronalda: Atchim! Não tenho nada!
Filipa: Tens dores de cabeça?
Ronalda: Tenho!
Filipa: Mau! Mau! Chega para lá! Dói-te a garganta?
Ronalda: Um bocadinho!
Filipa: Está a piorar!
Chegando a casa do Ricardo:
Ricardo: Então, vamos ao teatro?
Filipa: Não sei… A minha irmã está esquisita.
Ricardo: Que se passa?
Ronalda: Eu não tenho nada…Atchim!!!!!!!!
Ricardo: Entrem… Ronalda senta-te ali no sofá.
Filipa: Vou ver se ela está com febre.
Ricardo: É melhor ir buscar o termómetro!
Ronalda: Acho que estão a exagerar!
Ricardo: Toma, mete debaixo do braço.
Filipa: Dah! Querias meter onde? (risos)
Ronalda: Epa, não me façam rir!
Passados três minutos:
Filipa: 38.9ºC
Ricardo: Isso é febre alta.
Ronalda: Não é nada!
Filipa: É melhor ligar para a Linha de Saúde 24.
Ricardo: Eu ligo!
Depois de Ricardo falar com a enfermeira, esta disse que tinha sintomas da Gripe A, e que tinha que ir para o hospital dos Olivais Sul. Já no hospital e depois de ter feito os exames, a médica confirmou que a Ronalda tinha mesmo o vírus H1N1 e tinha de ficar em isolamento durante sete dias.
Márcio, Tânia e Tatiana (9º C)
Num dia ventoso, a Ronalda e a Filipa foram a casa do Ricardo fazer um trabalho de grupo.
A caminho de casa do Ricardo:
Ronalda: Temos de nos despachar. Está a ficar tarde!
Filipa: Epa! Tem calma, não stresses!
Ronalda: Não te esqueças que amanhã temos de entregar o trabalho.
Filipa: Está bem… Está bem…
Chegando a casa do Ricardo:
Ricardo: Olá! Estava a ver que não vinham.
Ronalda: Esta miúda não se despacha!
Filipa: Ah, ah! Que engraçadinha…
Ricardo: Não vão começar, pois não? Temos muito que fazer! Trouxeram o computador?
Filipa: O teu serve! Olha, grande lata!
Ronalda: Desculpa, Ricardo, esqueci-me, mas trouxe a pen.
Filipa: Qual pen?
Ronalda: A pen que te dei!
Filipa: Mas tu deste-me alguma coisa?
Ronalda: Dei! Esquece, Ricardo, vou a casa!
Ricardo: Não é preciso, tenho aqui a minha e 2 computadores. Serve perfeitamente!
Ronalda: Está bem! Então vamos começar!
Ricardo: Ok!
Filipa: Vamos dividir o trabalho: O Ricardo fica com o desenvolvimento, com o índice e a bibliografia, nós ficamos com o resto!
Mais tarde:
Ricardo: Boa! Conseguimos acabar o trabalho a tempo.
Filipa: Finalmente! Já estava farta!
Ronalda: Cala-te e vamos embora, já está a ficar tarde!
Ricardo: Adeus!
Filipa: Adeus, até amanhã.
Ronalda: Adeus, Ricardo!
Passado uma semana, fomos buscar o Ricardo para irmos ao teatro ver a peça O Auto da Barca do Inferno.
Ao sairmos de casa…
Ronalda: Atchim!
Filipa: Então pá?
Ronalda: O que foi?
Filipa: O que tens?
Ronalda: Nada! Atchim!
Filipa: Epa! Mete o braço à frente!
Ronalda: Porquê?
Filipa: Fogo! Tás aí com a gripe das aves ou dos porcos ou lá o que é isso!
Ronalda: Atchim! Não tenho nada!
Filipa: Tens dores de cabeça?
Ronalda: Tenho!
Filipa: Mau! Mau! Chega para lá! Dói-te a garganta?
Ronalda: Um bocadinho!
Filipa: Está a piorar!
Chegando a casa do Ricardo:
Ricardo: Então, vamos ao teatro?
Filipa: Não sei… A minha irmã está esquisita.
Ricardo: Que se passa?
Ronalda: Eu não tenho nada…Atchim!!!!!!!!
Ricardo: Entrem… Ronalda senta-te ali no sofá.
Filipa: Vou ver se ela está com febre.
Ricardo: É melhor ir buscar o termómetro!
Ronalda: Acho que estão a exagerar!
Ricardo: Toma, mete debaixo do braço.
Filipa: Dah! Querias meter onde? (risos)
Ronalda: Epa, não me façam rir!
Passados três minutos:
Filipa: 38.9ºC
Ricardo: Isso é febre alta.
Ronalda: Não é nada!
Filipa: É melhor ligar para a Linha de Saúde 24.
Ricardo: Eu ligo!
Depois de Ricardo falar com a enfermeira, esta disse que tinha sintomas da Gripe A, e que tinha que ir para o hospital dos Olivais Sul. Já no hospital e depois de ter feito os exames, a médica confirmou que a Ronalda tinha mesmo o vírus H1N1 e tinha de ficar em isolamento durante sete dias.
Márcio, Tânia e Tatiana (9º C)
História de elementos químicos
(Hélio, Néon, Árgon, Crípton, Rádon, Urânio, Lantânio, Tântalo e Tungsténio)
Hélio – O símbolo químico é He, quem o descobriu foi Pierre Janssen e Norman Lockier, foi descoberto em 1868 e é utilizado nos dirigíveis.
Néon – O símbolo químico é Ne, quem descobriu foi William Ramsay e Morris Travers, foi descoberto em 1898 e é usado na fabricação de indicadores publicitários.
Árgon – O símbolo químico é Ar, quem o descobriu foi William Ramsay e Lord Rayleigh, foi descoberto em 1894 e é utilizado em lâmpadas fluorescentes.
Crípton – O símbolo químico é Kr, quem o descobriu foi William Ramsey e Morris Travers, foi descoberto em 1898 e é utilizado misturado com néon e árgon em lâmpadas fluorescentes.
Rádon – O símbolo químico é Rn, quem o descobriu foi A. Debierne e F. O. Giesel, foi descoberto em 1903 e tem sido aplicado como fonte de radiação em tratamento de cancros.
Urânio – O símbolo químico é U, quem o descobriu foi Klaphroth, foi descoberto em 1789 e a aplicação mais importante do urânio é a energética.
Lantânio – O símbolo químico é La, quem o descobriu foi Carl Gustaf Mosander, foi descoberto em 1839 e é usado em eléctrodos de carbono para a produção de luz, principalmente para iluminação de estúdios e projecções na indústria cinematográfica.
Tântalo – O símbolo químico é Ta, quem o descobriu foi Anders G. Ekeberg, foi descoberto em 1802 e o principal uso do tântalo é como óxido, um material dieléctrico, para a produção de componentes electrónicos.
Tungsténio – O símbolo químico é W, quem o descobriu foi José Elhuyar e Fausto Elhuyar, foi descoberto em 1783 e é utilizado na forma de carbonetos.
Diogo e Duarte (8º B)
Veja mais trabalhos sobre elementos químicos, efectuados pelos alunos do 8º ano, numa articulação entre Área de Projecto e Ciências Físico-Químicas. Carregue nos nomes dos alunos.
Rúben e Marcelo (8º A) Sandra Morais e Verónica Ferreira (8º B)
Ana Machado e Cláudia Amaral (8º C)
Sofia Cerqueira e Vânia Alves (8º C)
Sara Fernandes, Susana Teixeira e Pedro Lopes (8º C)
Veja mais trabalhos sobre elementos químicos, efectuados pelos alunos do 8º ano, numa articulação entre Área de Projecto e Ciências Físico-Químicas. Carregue nos nomes dos alunos.
Rúben e Marcelo (8º A) Sandra Morais e Verónica Ferreira (8º B)
Ana Machado e Cláudia Amaral (8º C)
Sofia Cerqueira e Vânia Alves (8º C)
Sara Fernandes, Susana Teixeira e Pedro Lopes (8º C)
domingo, 11 de abril de 2010
Rosa-dos-Ventos
O concurso consistiu em fazer uma Rosa-dos-Ventos com pontos cardeais, colaterais e intermédios da forma mais criativa e original possível. Todos os alunos se empenharam imenso neste projecto, contando que só tiveram 8 dias após o anúncio do concurso para a realização dos trabalhos.
Veja aqui, uma retrospectiva de vários trabalhos expostos (pode fazer o download do ficheiro).
Nota: Por lapso, na edição em papel do nosso jornal, foi referido o nome da professora Cláudia Corga como redactora desta noticia. Efectivamente quem a redigiu foram alunos da turma E do 7º ano, sob o acompanhamento da professora Graça Franco. Esta actividade foi promovida e orientada pelas docentes do grupo de recrutamento de Geografia, as professoras Cláudia Corga e Paula Charola. Ficam aqui as nossas desculpas.
Os livros são especiais
Um livro escondido,
vai ser um livro esquecido.
Um livro podes ler,
ou até o podes oferecer.
Escrever um livro é especial,
escrever um livro é muito bom.
Se queres escrever um livro,
não precisas de ter um dom.
À hora que quiseres,
à hora que te apetecer.
Na rua ou no trabalho,
um livro é para ler.
Um livro de poemas,
um livro de textos.
Se te apetecer ler um livro,
só tens de o escolher.
Há livros bons e livros maus,
há de terror e de amor.
Podes aprender com eles.
Podes ler um livro esteja frio ou calor.
Tens livros de várias cores,
de tamanhos e grossuras.
Não os julgues pela capa,
eles têm docuras e amarguras.
Moisés Sousa (5º B).
vai ser um livro esquecido.
Um livro podes ler,
ou até o podes oferecer.
Escrever um livro é especial,
escrever um livro é muito bom.
Se queres escrever um livro,
não precisas de ter um dom.
À hora que quiseres,
à hora que te apetecer.
Na rua ou no trabalho,
um livro é para ler.
Um livro de poemas,
um livro de textos.
Se te apetecer ler um livro,
só tens de o escolher.
Há livros bons e livros maus,
há de terror e de amor.
Podes aprender com eles.
Podes ler um livro esteja frio ou calor.
Tens livros de várias cores,
de tamanhos e grossuras.
Não os julgues pela capa,
eles têm docuras e amarguras.
Moisés Sousa (5º B).
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